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Ação busca mostrar apara consumidores o quanto os impostos pesam no valor dos produtos

No último dia 30 de maio, a CDL/JF trouxe para Juiz de Fora uma ação inédita na cidade, movimentando as lojas do Independência Shopping. O Dia Livre de Impostos, criado pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem) em 2003, acontece nas principais cidades do país, como uma forma de deixar claro ao consumidor como a alta tributação afeta seu poder de compra.

Você sabe a porcentagem de imposto que paga quando compra um celular? E quando abastece o carro? E ao comer um hambúrguer no sábado à noite? Cada item tem um valor diferente, mas a verdade é que no Brasil a tributação é uma das mais altas do mundo. O consumidor trabalha 150 dias do ano para pagar os impostos repassados nos valores de produtos e serviços.

Em Juiz de Fora, toda a ação aconteceu dentro do shopping, onde mais de 80 lojistas expuseram produtos selecionados com preço de venda livre de impostos. Os descontos chegaram a até 70% dos valores, tanto nas lojas do shopping quanto na loja da CDL, que foi montada exclusivamente parta o evento.

O Dia da Liberdade de Impostos é uma forma de deixar claro ao consumidor como a alta tributação afeta seu poder de compra. “Altos impostos sem retorno têm alto impacto na economia, criando um efeito bola de neve. Com alta taxação, os produtos ficam mais caros, então a população compra menos. Isso acarreta em diminuição dos números do varejo, que passa a contratar menos funcionários. Sem emprego as pessoas diminuem seus gastos e assim por diante num ciclo”, afirma Vinícius Costa, proprietário da Bibi Calçados e Usaflex, ambas lojas participantes do evento.

Menores preços, mais vendas

Para o gerente da Livraria Saraiva, Thiago, os preços baixos atraíram mais clientes para a loja, tornando um dia normalmente lento em uma grande oportunidade de vendas. “Para uma quinta-feira de final e mês, pudemos observar um bom aumento na movimentação da loja. Tivemos muita gente que veio de outras lojas para cá, e muitos perguntaram diretamente quais produtos estavam com desconto. Foi bom para a Livraria e também para os clientes”, conclui.

O Dia da Liberdade de Impostos acontece nas principais cidades do país. O intuito não é a sonegação de impostos, pois nesse dia o empresário arca com os custos da taxação, para não ser repassado aos consumidores. Em 2018 a data contou, com a colaboração de mais de 5 mil shoppings e varejistas.

 

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CDL/JF promove dia livre de impostos

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Consumidores de Juiz de Fora poderão adquirir produtos com imposto zero, no dia 30

Você trabalha mais de 150 dias por ano somente para pagar imposto. Ele está em tudo o que você compra. Mas, sabe quanto paga? De medicamentos à roupas, de alimentos à utilidades domésticas. Ele está lá! Em diferentes percentuais, sempre presente. Nesse quesito, aliás, o Brasil é um dos primeiros do mundo, com uma das tributações mais altas. Com base nisso, a CDL/JF decidiu se juntar a um movimento que acontece nas principais cidades do país e promover o “Dia da Liberdade de Impostos”, em parceria com lojas do Independência Shopping, no dia 30 de maio.

Neste dia, o consumidor vai poder adquirir produtos nas lojas que aderirem à campanha pelo seu real valor, sem impostos. Esta será uma maneira de mostrar à população e ao setor varejista o quanto as taxas são abusivas, correspondendo à grande parte do preço final, e sobre como isso interfere no poder de compra da população. “Este dia é para conscientizar as pessoas – consumidores e empresários –, sobre o quanto essa taxação afeta o crescimento da nossa economia. Produtos muito caros deixam de ser comprados. Varejo que vende menos deixa de contratar, gera desemprego. Pessoas desempregadas compram menos ou não compram. É um ciclo que se repete”, explica o presidente da CDL/JF, Marcos Casarim.

O “Dia da Liberdade de Impostos” foi criado pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem em 2003 e acontece nas principais cidades do país. O intuito não é a sonegação, pois neste dia o empresário arca com os custos da taxação, para não ser repassado aos consumidores.

Parceria beneficia lojistas e consumidores 

Como um dos setores que mais sentem com juros altos e PIB em baixa é o comércio, que sofre com a redução do poder de compra das pessoas, a CDL/JF e o Independência Shopping se uniram para espantar os efeitos de uma recessão econômica. Uma palestra exclusiva para os lojistas do Independência Shopping apresentou, no dia 30 de abril, técnicas criativas para reduzir custos e atrair clientes em um momento sensível como este.

Tarcísio Fagundes, analista técnico do Sebrae/MG, mostrou aos empresários as novidades e ferramentas sobre “Administração Competitiva”. Os participantes tiveram a percepção do momento econômico pelo qual o país está passando e a necessidade de ações constantes para que eles permaneçam no mercado.

“Não adianta apenas colocarmos a culpa no governo. Cada um precisa entender mais do seu negócio, e também valorizar o associativismo, seja no shopping, onde temos um grupo de lojas com o mesmo interesse que é trazer o cliente para cá, seja através de instituições  da classe empresarial como a CDL, que criam ações coletivas, que fazem o desenvolvimento acontecer tomando a frente deste movimento”, afirma Tarcísio.

Cliente precisa ser conquistado

 Os clientes não compram apenas por terem o recurso disponível, mas pela sedução, pelo bom atendimento e por encontrar produtos e serviços que atendam bem ao que ele está procurando. “Isso é um processo que deve ser diariamente refletido. Ações têm que ser criadas para que ele aconteça. Não adianta o gestor ficar apenas observando, ele precisa entender e agir”, diz o analista do Sebrae.

Tarcísio também falou sobre mudança, que é uma constante no mercado. “Precisamos estar atentos à alteração de cultura da sociedade, comportamento dos clientes e até da própria mão-de-obra, que entra hoje no mercado com nova cultura e novos valores. Os empresários precisam se adaptar e se localizar neste novo mercado que se modifica constantemente e em alta velocidade”, conclui.

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22% dos entrevistados contrataram empresa para tirar seus CPFs das listas de negativados;59% tentaram negociar a dívida com credores antes de buscar serviço e 62% disseram que a empresa prometeu limpar o nome sem que a dívida fosse paga

O país tem atualmente 62,7 milhões de inadimplentes, cenário propício para atuação de empresas que criam falsas promessas de limpar o nome dos consumidores sem que a dívida seja paga. Um levantamento da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), feito com quem esteve com o nome sujo nos últimos 12 meses e já saiu dos cadastros de devedores, revela que dois em cada dez (22%) ex-negativados contrataram empresas especializadas em limpar o nome. Desses, 43% não tiveram as expectativas atendidas, entre os quais (22%) afirmaram não ter resolvido o problema como esperado e 21% acabaram pagando mais caro do que se tivessem tratado a questão direto com o credor. Por outro lado, 41% das pessoas ouvidas ficaram satisfeitas com a contratação do serviço.

Antes de ir atrás desse tipo de serviço, 59% tentaram negociar com o credor e 22% nem ao menos tentaram propor uma nova negociação. O principal motivo apontado pelos entrevistados para procurar empresas que prometem limpar o nome foi a falta de tempo em solucionar o problema (38%). Para 32%, a intenção era buscar ajuda nas negociações, enquanto 27% reconhecem ter recorrido a essa alternativa por não saberem o que fazer. O levantamento também mostra que mais da metade (60%) pagou antecipadamente para a empresa contratada e 29% somente após a comprovação de que a empresa teria limpado o nome.

Para o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, a contratação de empresa para limpar o nome exige cuidados redobrados. “Se o consumidor tem dinheiro disponível para contratar esse tipo de empresa, recomenda-se que, em vez disso, negocie diretamente com o credor e ofereça uma entrada à vista para tentar um desconto no valor da dívida ou redução do número de parcelas. Frequentemente, um intermediário faz pouca diferença e ainda cria uma nova despesa para quem já está endividado”, afirma Vignoli.

A pesquisa mostra, por exemplo, que entre os entrevistados (78%) que não contrataram empresas para limpar o nome, 49% conseguiram resolver a situação sozinhos, ao falar direto com o credor. Já 20% disseram não ter dinheiro para pagar uma empresa para ajudá-los — percentual que sobe para 33% entre os mais jovens —, enquanto 13% tiveram medo de sofrer golpes.

62% afirmam que empresas prometeram limpar nome sem pagar dívida; 26% dos contratantes conheceram serviço nas redes sociais

Entre os entrevistados que utilizaram o serviço de empresas que prometem limpar o nome, 53% acreditam que conseguiriam ter quitado a dívida sem precisar contratar o serviço. Além disso, muitos consumidores reconheceram ficar em dúvida quanto à idoneidade dessas empresas, já que 59% revelaram ter tido medo de sofrer algum tipo de golpe na contratação.

Outro dado da pesquisa aponta que seis em cada dez (62%) ex-inadimplentes garantem que a empresa prometeu limpar o nome sem que a dívida fosse paga. Por outro lado, 27% disseram que não houve essa promessa. “Deve-se desconfiar de qualquer empresa que promete reverter a negativação sem que a dívida seja paga. Não existe mágica, a única forma de limpar o nome é buscar acordo com o credor e quitar os débitos em atraso. Esse tipo de serviço acaba funcionando como intermediário, poupando o trabalho de negociar pessoalmente. Mas é perfeitamente possível negociar por conta própria, evitando assim gastos e problemas, como por exemplo, não sair da negativação”, comenta.

Questionados sobre como tiveram conhecimento dos serviços, 26% dos contratantes disseram que foram atraídos por anúncios em redes sociais. Outros 26% reconheceram que a indicação de amigos e parentes teve influência na decisão de contratar uma empresa, 25% ao passarem pela porta da empresa e 20% após usarem os mecanismos de busca na internet.

Metodologia

Inicialmente, foram entrevistados 537 consumidores que estiveram com o nome sujo e quitaram suas dívidas nos 12 meses anteriores à pesquisa, nas 27 capitais, acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais. A sondagem seguiu somente com consumidores que contrataram uma empresa para limpar o nome – o que corresponde a 22,4% da amostra inicial. A margem de erro é de 4,2 pontos percentuais para uma confiança de 95%.

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O Projeto de Lei Complementar 420, que cria a Empresa Simples de Crédito (ESC), foi sancionado no último dia 24 de abril. A matéria havia sido aprovada no Plenário do Senado Federal no dia 19 de março. O presidente da República, Jair Bolsonaro, o vice, Hamilton Mourão, os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participaram da solenidade.

O ex-presidente do Sebrae e hoje assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, os presidentes das Frentes Parlamentares da Micro e Pequena Empresa, Jorginho Mello, e do Comércio, Serviços e Empreendedorismo, Efraim Filho, também estiveram presentes. O presidente da FCDL-PB, José Lopes da Silva Neto, representou a CNDL no evento.

A ESC irá oferecer mais alternativas de crédito, e de uma forma mais barata, para os pequenos negócios. Com a efetivação da ESC, a tendência é que seja ampliada a competição com os bancos, assim como a oferta de financiamento onde as grandes instituições bancárias não atuam.

“A economia mudou. Os pequenos negócios geram 57% dos empregos formais no Brasil. Os micro e pequenos empresários empregam, mas estão sufocados. Precisamos simplificar, desburocratizar. Vamos fazer o Simples Trabalhista, em que não vamos tirar direitos dos trabalhadores, mas vamos ajudar os micro e pequenos a conseguirem empregar ainda mais”, disse o senador Jorginho Mello, líder da Frente das MPE, que mobilizou a articulação pela aprovação da medida.

A ESC poderá atuar com operações de empréstimo e desconto de títulos de crédito, mas só está autorizada a emprestar dinheiro com capital próprio, sem captar recursos de terceiros para emprestar mais. Uma Empresa Simples de Crédito também estará proibida de cobrar qualquer tarifa, e o limite de faturamento será de no máximo R$ 4,8 milhões por ano.

“Com a ESC, uma pessoa que hoje tem algum dinheiro guardado poderá passar a emprestar na comunidade a um juro menor que o praticado hoje pelos grandes bancos. Quem está tomando dinheiro vai ter acesso a crédito muito mais barato e quem está aplicando vai receber mais do que recebe hoje”, acredita Afif, idealizador do projeto da ESC.

“Esta é mais uma vitória para os micro e pequenos empresários que precisam de acesso mais fácil e barato a crédito. A iniciativa reduz a burocracia para quem precisa investir no seu negócio e continuar gerando emprego e renda, e fomenta a criação de novas empresas”, avalia José Lopes Neto.

*Dados do Sebrae

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Sempre atenta a todas as novidades do setor varejista, a CDL Juiz de Fora participou, juntamente com a CNDL, da maior conferência e exposição de varejo do mundo, a National Retail Federation Retail’s Big Show (NRF 2019), em New York, onde foram anunciadas  as maiores tendências para o segmento. O evento, realizado há mais de 100 anos, é a mais tradicional e esperada feira de varejo do mundo. Mais de 38.000 participantes, incluindo cerca de 10.000 internacionais, se reuniram para discutir as novidades em tecnologia, estratégia, liderança, economia e muitos outros tópicos. 

A transformação do setor foi o foco deste ano, e a tecnologia foi uma grande atração tanto no palco quanto na exposição.  Assim, conceitos como inteligência artificial, robótica, automação, reconhecimento facial e loja digital foram temas populares. Grandes redes como Walmart e o eBay falaram em investir em logística para obter uma vantagem competitiva no mercado.

O presidente da CNDL, José César da Costa, fez um balanço positivo da participação da entidade no evento. “É fundamental que os líderes do nosso setor acompanhem as transformações econômicas, sociais e tecnológicas que vêm acontecendo no mundo, em especial nos Estados Unidos e na China. O Brasil tem potencial de estar entre os grandes players do setor varejista e precisamos estar antenados ao contexto mundial. A NRF é essencial para essa conexão”, acredita.

Novas tendências impactam as relações de consumo

Mercados on-line também estão ganhando força, e muitas marcas estão entrando no jogo. E os executivos de varejo enfatizaram o foco nos funcionários humanos e a necessidade de desenvolvimento de talentos no setor. Nos três dias, com cerca de 300 palestrantes e mais de 500 estandes abertos para visitação, os visitantes puderam fazer diversas reflexões. Confira algumas delas:

  1. Adesão aos conceitos do omnichannel

O objetivo de diversas companhias ao redor do mundo tem sido se tornar verdadeiramente omnichannel. Entre as ações que foram implementadas está o aprimoramento da experiência do cliente e a possibilidade de navegar naturalmente entre os universos físico e digital.

  1. Jornada do consumidor

Além de tecnologia, há um desafio muito grande de mapear a jornada do consumidor, desde o momento em que ele começa a pensar nas suas marcas preferidas, até todo o processo que termina na entrega ou conclusão da venda. Para o varejo moderno, que deseja se manter vivo independentemente de qualquer avanço do universo digital, vender bem deve ser uma consequência de um trabalho bem feito e não um objetivo solitário. Afinal, a experiência de compras vai desde o desenvolvimento de produtos a um simples “bom dia” ao seu cliente. As pessoas querem se conectar, querem ser surpreendidas, querem experiência e se emocionar.

  1. Necessidade de informação

Para criar um novo varejo é preciso ser obsessivo pelos clientes e por dados. É por meio de informações bem colhidas e apuradas que se alcança a personalização do consumidor e cria-se um varejo mais inteligente. Durante a NRF, a expressão “deep retail” foi usada com frequência. O termo significa um varejo que mergulha fundo nos dados, tanto do sortimento quanto dos consumidores.

  1. Desafios da geração millenial

Um estudo divulgado durante a NRF 2019 pela Toshiba Global Commerce Solutions foi que os millennials costumam compartilhar suas percepções com outras gerações, principalmente com os mais velhos e, independentemente da geração, todos buscam se engajar com o universo digital para complementar a experiência de compra.  Aliás, engana-se quem pensa que o digital é o único foco dessa geração. Em busca de uma experiência de compra personalizada, os millennials mesclam os universos offline e digital com naturalidade, pois não enxergam diferenças entre os canais. Outro ponto importante é que o consumidor dessa geração precisa ter confiança na marca para criar conexão e tornar-se leal.

Fonte: CDL, CNDL e Guia da Farmácia

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No último dia 08 de abril, o Governo Federal sancionou o projeto de Lei Complementar 441/2017, que desburocratiza o Cadastro Positivo Com a alteração, todos os consumidores brasileiros que possuam CPF ativo e todas as empresas inscritas no CNPJ passam automaticamente a fazer parte do cadastro, a não ser que peçam a exclusão de suas informações, o que é feito de forma gratuita.

O que é o Cadastro Positivo?

O Cadastro Positivo é um banco de dados operado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil, que reúne informações sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores. Ele reúne o histórico de crédito de pessoas físicas e jurídicas, através de bancos de dados com informações do cumprimento de obrigações financeiras, dos pagamentos de dívidas e contas de serviços como água, luz, gás, esgoto e telefonia. Os bancos de dados são operados por instituições autorizadas pelo Banco Central, entre elas o SPC Brasil.

Com as novas regras o acesso ao crédito se torna muito mais fácil e com juros menores, tanto para consumidores quanto para empresas que honrem seus compromissos financeiros.  A nova lei permitirá que informações que atualmente não são consideradas em uma avaliação de crédito passem a ser consultadas, o que abre espaço para uma avaliação de risco mais justa e individualizada.

Juros serão mais baixos

Além disso, o Cadastro Positivo facilitará para empresas os processos de análise e concessão de financiamentos, empréstimos e compras a prazo. Isso tudo sem prejudicar a proteção de dados sensíveis e o sigilo bancário, que continuam preservados, mantendo em cumprimento todas as exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor.

“Um dos motivos das taxas de juros serem altas e de não haver flexibilização dos prazos para pagamentos é a falta de informações sobre hábitos de pagamento dos consumidores. Atualmente, o bom pagador é penalizado pelo inadimplente, fazendo com que os juros sejam elevados para todos, independentemente do seu comportamento financeiro. Com as novas regras, a análise passa a considerar o histórico de bom pagador e não apenas restrições pontuais, o que é mais justo”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

O Score de Crédito

Com o novo Cadastro Positivo, pessoas físicas e jurídicas terão um score de crédito, que é uma nota determinada pela análise estatística dos hábitos de pagamento, do histórico de compras e dos dados cadastrais. Para quem consulta, apenas o score de crédito estará visível.

O histórico de hábitos de pagamentos do cadastrado só será disponibilizado mediante prévia autorização. Nesse histórico e na composição do score, não serão incluídos elementos relacionados à origem social, etnia, saúde, informações genéticas, sexo e convicções políticas, religiosas e filosóficas.

Após a publicação da lei no Diário Oficial da União, será dado início a uma ampla divulgação para toda a população sobre o novo modelo do Cadastro Positivo.

Mais crédito e maiores prazos para pagamento

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, a reformulação das regras do Cadastro Positivo facilitará processos para análise e concessão de crédito, como, por exemplo, financiamentos, empréstimos e compras a prazo.

“O Cadastro Positivo eleva o Brasil ao patamar de nações do primeiro mundo que já usam o modelo, como Estados Unidos e União Europeia. As novas regras permitirão, que micro e pequenos empresários tenham acesso a informações já utilizadas por instituições financeiras de grande porte, gerando maior segurança no processo de concessão de crédito e estimulando a competição”, explica Costa.

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A inadimplência e o fluxo de caixa apertado estão entre as principais dificuldades que síndicos e administradoras enfrentam na gestão condominial. Superar essas dificuldades é parte de uma boa gestão e essencial para a saúde financeira de qualquer condomínio.

Muitos condomínios vêm enfrentando dificuldades financeiras devido à inadimplência. Entretanto, a lei prevê que esses débitos possam ser apontados no cadastro negativo do SPC Brasil, o que contribui e muito para a recuperação desses valores de forma mais rápida.

A CDL Juiz de Fora tem a solução ideal para proteger contra essas dívidas. O SPC Condomínio é uma nova ferramenta, segura e eficaz para que os síndicos e administradoras diminuam as inadimplências com baixo custo e de forma rápida. Todo o trabalho de notificação do condômino, até chegar à entrada do nome no Serviço de Proteção ao Crédito, é feita pelo SPC Condomínio.

Aí vão algumas dicas para atenuar o problema:

  1. Não demore para fazer as cobranças e proponha acordos

O síndico ou a administradora deve acompanhar regularmente a situação financeira do condomínio para saber quem está em dia ou não com o pagamento da taxa condominial. Ao constatar a inadimplência, o gestor deve agir com rapidez para realizar a cobrança da taxa e, assim, garantir o seu pagamento ou a negociação da dívida, evitando ações judiciais que gerem ainda mais despesas ao condomínio.

  1. Notifique os condôminos sobre a data de vencimento do pagamento da taxa condominial

Alguns casos de inadimplência acontecem pelos condôminos simplesmente esquecerem de efetuar o pagamento da taxa na data de vencimento ou por não terem acesso ao boleto impresso na hora. Para evitar esquecimentos, com auxílio de um sistema de gestão para condomínios, é possível notificar via e-mail ou SMS os moradores sobre a data de vencimento para evitar esquecimentos.

  1. Disponibilize de forma prática aos condôminos o boleto para pagamento da taxa condominial

Promover o acesso à segunda via de boletos de forma facilitada, dando autonomia ao condômino para que ele visualize pelo celular e pague pelo aplicativo do seu banco pode ajudar a evitar atrasos no pagamento da taxa. Outra alternativa viável é permitir o pagamento automático da taxa de condomínio no cartão de crédito. Além de reduzir inadimplência recorrente por esquecimento, essa alternativa facilita o pagamento pois efetua o débito automático no cartão.

  1. Reduza as despesas e invista na valorização do imóvel

Comprovadamente diminuir as despesas condominiais pode acarretar na redução de até 30% a taxa de condomínio. Como consequência, menores taxas são mais fáceis de serem pagas, resultando em menos inadimplência. Por isso, investir em iniciativas que ajudem a reduzir as despesas condominiais é fundamental.

  1. Conscientize os moradores da importância de contribuir

Conscientizar os moradores sobre a importância de contribuir com o pagamento da taxa condominial para garantir a manutenção das áreas e instalações do condomínio é uma das estratégias que devem ser adotadas para reduzir a taxa de inadimplência.

Para conseguir engajar e incentivar os moradores no pagamento periódico do condomínio, promover uma gestão transparente e participativa é essencial. Dessa forma, os condôminos fazem parte do dia a dia da gestão e se sentem confortáveis para sugerir alternativas inteligentes para economizar recursos.

  1. Quando tudo falha, o SPC Condomínio traz a proteção necessária

Ao filiar-se à CDL/JF, o síndico receberá uma senha de acesso ao nosso sistema, bem como treinamento operacional, fazendo todos os processos on-line de forma prática. Após esse procedimento, automaticamente é encaminhado uma notificação ao devedor, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, informando do registro e dando um prazo de 10 (dez) dias para a quitação e, não sendo quitada a dívida, fica aquele débito inscrito no Cadastro Restritivo, a nível nacional.

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Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB) revela que a maioria dos brasileiros não planeja para garantir um futuro financeiro ao deixar de trabalhar. Os dados apontam que seis em cada dez brasileiros (59%) admitem não se preparar para a hora de se aposentar, enquanto apenas 41% têm se preocupado com essa fase da vida – percentual que chega a 55% nas classes A e B.

Entre os que não fazem qualquer tipo de plano financeiro para a aposentadoria, 36% alegam não sobrar dinheiro no orçamento e 18% atribuem à ausência de um plano ao fato de estarem desempregados. Para 17% não vale a pena guardar o pouco dinheiro que sobra no fim do mês. “Estima-se que a participação da população acima de 65 anos na sociedade brasileira passe dos atuais 9% para 25% em 2060, segundo projeções do IBGE. Será cada vez mais importante começar a pensar em uma complementação ainda jovem e não apenas quando se aproxima do momento de parar de trabalhar”, avalia a Economista-Chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

A pesquisa também identificou os meios mais comuns de se preparar para a aposentadoria. São eles as aplicações financeiras (42%), principalmente a previdência privada (20%), e outros ativos financeiros, como ações, títulos ou fundos (20%). Para 35%, os recursos do INSS servirão de renda e 16% dizem que dependerão de terceiros, tais como cônjuges, filhos ou outras pessoas da família. Já 37% dos pesquisados disseram que, ao se aposentar, pretendem continuar ativos no mercado de trabalho.

39% não conseguiriam arcar com imprevistos hoje e 20% não sabem o tempo que manteriam o padrão de vida em caso de dificuldades 

O estudo buscou ainda saber de que forma os brasileiros lidam com situações inesperadas no dia a dia, do ponto de vista financeiro. Foi constatado que 39% não seriam capazes de arcar com gastos imprevistos, equivalentes ao seu ganho mensal, sem recorrer à ajuda de terceiros ou a um empréstimo. Por outro lado, quatro em cada dez (42%) teriam condições de cobrir despesas extras desse tamanho. No caso de dificuldades financeiras, os entrevistados ouvidos disseram que conseguiriam sustentar, em média, até cinco meses o padrão de vida atual. Chama a atenção o fato de 20% não saberem por quanto tempo manteriam o mesmo patamar.

Na possibilidade de virem a enfrentar algum problema financeiro, 47% garantem que cortariam despesas desnecessárias, ao passo em que 33% avaliariam quanto ganham e gastam para decidir o que fazer – proporção que aumenta para 48% nas classes A e B. Já 13% reconhecem que não saberiam por onde começar e teriam medo de encarar a verdadeira situação financeira.

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